Em 10 anos, Região dos Lagos ganha mais de 100 mil habitantes, segundo IBGE

Em 10 anos, Região dos Lagos ganha mais de 100 mil habitantes, segundo IBGE

Cabo Frio assume posição de 14ª cidade mais populosa do Estado do Rio de Janeiro.

A divulgação de novos dados sobre a população brasileira, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou que a Região dos Lagos teve crescimento populacional de 19,8% nos últimos 10 anos. De 2010 à 2019 a população local saltou de 538.470 para 645.100, recebendo 106.360 novos habitantes  – gráfico em anexo

Cabo Frio manteve o título de cidade mais populosa da região e assumiu a 14ª posição no ranking do Estado do Rio. Conforme o IBGE, o número de munícipes cabo-frienses subiu 18,06%, passando de 186.227 moradores em 2010 para 219.863 em 2019.

 Armação dos Búzios, a 6ª cidade mais populosa da região, teve o maior crescimento percentual na última década, aumentando em 47,07% o número de moradores. De 27.560 saltou para 40.532, ocupando a 52ª posição do estado.

Na outra ponta vem Arraial do Cabo com o menor crescimento, apenas 9,5%. Em números quantitativos, o município ganhou apenas 2.634 novos moradores, segundo os dados do IBGE. O município cabista ocupa a 51ª posição no ranking estadual e a 5ª na Região dos Lagos.

Araruama segue como o segundo município mais populoso da região e ganhou 20.292 novos residentes, com um aumento de 18,21%. Passou de 112.008 moradores para 132.400.

Em 3º lugar, São Pedro da Aldeia teve um crescimento de 18,89%, seguido de Saquarema, com 20,12% e Iguaba Grande, que cresceu 23,88%.

Junto ao crescimento populacional da Região dos Lagos identificado pelo IBGE surgem inúmeras perguntas. A região está preparada para receber novos moradores? Serviços e políticas públicas tiveram crescimento concomitante com a população? A expansão urbana, necessária para abrigar novos moradores, está sendo feita de forma regular? O que podemos esperar da qualidade de vida nas 7 cidades que formam a região? Perguntas até então sem respostas, mas que podem revelar como será o futuro da ensolarada Região dos Lagos.

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